'Lines of Flight' | pintura de Akihito Takuma

Lines of Flight - pintura de Akihito Takuma

Akihito Takuma é um artista japonês, de 47 anos, radicado em Tóquio.

Quando regressou ao Japão, depois de um ano a estudar pintura na Europa, Akihito verificou que a extrema humidade do clima japonês dificultava a secagem das tintas. Este facto inspirou-o a criar uma série de a série paisagens quase abstractas a que deu o titulo de "Lines of Flight".

À chuva... | pintura hiper-realista de Elizabeth Patterson

pintura hiper-realista de Elizabeth Patterson - À chuva

A pintura hiper-realista de Elizabeth Patterson propõe uma visão poética dos dias de inverno nas nossas cidades.
Paisagens urbanas "filtradas" por vidros, de janelas ou pára-brisas de automóveis, cobertos por gotas de chuva que deformam a paisagem e os pontos de luz exteriores...

Retratos | a pintura de Benjamin Garcia

A pintura de Benjamin Garcia

Apesar de se ter licenciado em Design pela Universidade de Caracas, foi na pintura e na ilustração que Benjamin Garcia encontrou as suas formas de expressão.
A expressividade que imprime aos seus retratos intensos é a imagem de marca deste artista venezuelano.

A pintura hiper-realista de Sharon Moody

pintura hiper-realista - Sharon Moody

Sharon Moody nasceu na Florida e cresceu na Carolina do Norte, nos Estados Unidos da América, onde estudou pintura e desenho com Bill Dunlap e Noyes Long.

Alguns dos seus trabalhos mais recentes remetem para os tempos de adolescência da artista, representando de forma hiper-realista páginas de revistas de banda-desenhada dos anos 70, com excertos de aventuras de super heróis como o Batman, o Super-Homem, o Homem Aranha, o Flash ou o Surfista Prateado.

Para Sharon, a infância, como período de dependência (um conceito bastante recente na história humana), ao longo do qual o acto de "jogar" é também uma forma de aprendizagem, é uma fonte de inspiração.
A artista tem vindo a realizar uma série de pinturas a óleo "baseadas em jogos, brinquedos e outras formas de entretenimento" que são o "sujeito" ideal para as suas pinturas "trompe l'oeil", uma vez são objectos que à partida levantam, de uma forma didáctica, várias questões acerca de percepção, ilusão e realidade.

Lugares Comuns | Pintura de Leah Giberson

Pintura a óleo - Leah Giberson


Leah Giberson é um pintor e designer norte-americano a residir na cidade de Boston.

Fascinado por cenas do quotidiano e paisagens suburbanas, Leah representa na sua pintura lugares comuns como casas e caravanas.

As sua imagens têm como ponto de partida uma base fotográfica, tentando recriar as histórias que habitam os lugares representados.
Segundo o artista, a linha entre "facto" e "ficção" é esbatida no seu trabalho e a realidade é alterada (sem ser negada) influenciando a representação de uma história que pretende ser "mais verdadeira que a própria realidade".

A pintura hiper-realista de Steve Mills

pintura hiper-realista de Steve Mills

Já aqui apresentámos o trabalho de diversos artistas hiper-realistas (como Paul Cadden e Roberto Bernardi), mas a obra de Steve Mills é sem dúvida merecedora de que voltemos a visitar este tema.
O seu trabalho de pintura a óleo oscila entre a paisagem e a natureza morta, representando tanto objectos do quotidiano (como caricas, rolhas, pilhas de jornais ou jogos de tabuleiro) como paisagens marítimas e campestres onde a ausência da figura humana não retira em nada à composição uma vibração plena de vida.

Steve Mills nasceu em Boston (E.U.A.) em 1959 e começou a sua carreira artística aos 11 anos, idade com que vendeu o seu primeiro desenho.
Desde a infância que Steve manifestava o seu fascínio pelo detalhe, elegendo os lápis de côr como material preferido para as suas obras, e quando visitou uma exposição do trabalho de Richard Estes, em Boston, o fotorealismo tornou-se a sua paixão e forma de expressão artística.

'Não-Destinos' | pintura de Marc Trujillo

pintura a óleo - Marc Trujillo

Marc Trujillo é um pintor norte-americano originário de Albuquerque, no Novo México, actualmente a viver em Los Angeles.

Na sua obra, Trujillo representa espaços do dia-a-dia tais como estações de serviço, restaurantes de fast-food, centros comerciais e parques de estacionamento.
"Duzentas jardas (182 metros) de betão polido ou de linóleo" são à partida um elemento inspirador para Marc Trujillo que vê estes espaços como uma espécie de purgatório, de não-destinos ao mesmo tempo omnipresentes e invisíveis.

Segundo o artista, as suas pinturas a óleo são mais do que uma representação directa daquilo que observa. São também o fruto de uma exploração contínua de técnicas inspiradas nos pintores do passado (Edward Hopper será por certo uma das referências) e de uma evolução de processos que se reflectem num trabalho que documenta o presente mas que, ao mesmo tempo, está intimamente relacionado com a história da pintura.
Blogger Template by Clairvo